Em nossa caminhada, precisamos conscientemente orar e vigiar. Isso porque há uma linha muito tênue que separa a virtude do pecado.
Com mais de 5.000 anos de “know how”, o inimigo tem “um pouco mais” de experiência que você e eu. Ele não consegue ler nossos pensamentos, porém após anos estudando nossas ações e reações, fica fácil perceber quando os estímulos que ele provoca estão interferindo na nossa conduta. Assim, ele tenta de todas as formas nos levar a pecar.
Quando nos afastamos da graça e sucumbimos ao pecado, o inimigo busca nos fazer ainda mais miseráveis do que somos, instigando-nos a pecar novamente. Dessa vez, tentando nos fazer duvidar da misericórdia divina, que é capaz de tudo perdoar diante do arrependimento sincero e da real mudança de vida. Sugere pensamentos, nos quais não adianta tentar voltar para Deus, se logo adiante voltaremos a cair. Insinua imagens e sentimentos que, se deles nos apropriarmos, passaremos a pecar também por não nos perdoarmos, descumprindo literalmente a oração do Pai Nosso. Assim, se nos permitirmos tudo isso e não mais amarmos a nós mesmos, que dizer do que sentiremos pelo nosso próximo? Cairia por terra a síntese dos mandamentos da lei de Deus, a saber, “amai ao próximo como a ti mesmo”.
Por outro lado, quando estamos numa fase em que a graça de Deus permite nos mantermos mais distantes do pecado, o inimigo tenta nos fazer pecar pela vanglória. Ou seja, pelo auto-convencimento de que por nossos próprios méritos, certamente sem fundamentado na realidade, somos melhores que nossos irmãos que estão em pecado. Quando caímos nessa cilada, passamos a julgar a nós mesmos e aos outros, prerrogativa que pertence unicamente a Deus. Como o inimigo sabe da gravidade do pecado que representa querer igualar-se a Deus e as conseqüências disso, busca a todo custo nos induzir a esse grave pecado. Conseqüências essas que, diga-se de passagem, o demônio já experimentou pessoalmente.
Por tudo isso, vemos cada vez mais a importância de meditarmos em I Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, cuide para que não caia “ e Também em Mateus 11, 28:30, "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração." Precisamos mergulhar com freqüência na imensidão da misericórdia de Deus, e ao mesmo tempo nos revestirmos da armadura do cristão, tão bem descrita em Efésios 6, 10-20. A caminhada é difícil, bem sabemos, sobretudo se estivermos sozinhos, ou em má companhia. Para prosseguirmos ao lado de Jesus, basta um contrito“sim”. Logo, cair faz parte do percurso. A atitude que se segue à queda, essa sim, é que determinará que espécie de cristão estamos sendo.
sábado, 20 de março de 2010
BUSQUE...
BUSQUE...
Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre fazia. Ele começou a conversar com o barbeiro e conversaram sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem, eles começaram a falar sobre Deus. O barbeiro disse:
* Eu não acredito que Deus exista como você diz."
* Por que você diz isto?" - o cliente perguntou.
* Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe.
Se Deus existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas?
"- Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas."
O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.
Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos.Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia sujo e arrepiado. Então o cliente voltou para a barbearia e disse ao barbeiro:
* Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem."
* Como assim eles não existem?"- perguntou o barbeiro.
* Eu estou aqui e eu sou um barbeiro."
* Não!" - o cliente exclamou. Eles não existem, porque se eles existissem não existiriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está andando ali na rua."
* Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas"
* Exatamente!"- afirmou o cliente.
* É justamente isso. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo."
Ler meu Livro de Visitas
Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre fazia. Ele começou a conversar com o barbeiro e conversaram sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem, eles começaram a falar sobre Deus. O barbeiro disse:
* Eu não acredito que Deus exista como você diz."
* Por que você diz isto?" - o cliente perguntou.
* Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe.
Se Deus existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas?
"- Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas."
O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.
Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos.Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia sujo e arrepiado. Então o cliente voltou para a barbearia e disse ao barbeiro:
* Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem."
* Como assim eles não existem?"- perguntou o barbeiro.
* Eu estou aqui e eu sou um barbeiro."
* Não!" - o cliente exclamou. Eles não existem, porque se eles existissem não existiriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está andando ali na rua."
* Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas"
* Exatamente!"- afirmou o cliente.
* É justamente isso. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo."
Ler meu Livro de Visitas
quinta-feira, 4 de março de 2010
Campanha da Fraternidade 2010
QUARESMA E CAMPANHA DA FRATERNIDADE
Dom Antõnio Saburido, OSB
Arcebispo de Olinda e do Recife
Tempo de Conversão
A Quaresma propõe recolhimento de quarenta dias, inspirado no exemplo de Jesus Cristo, que encontrou no deserto o ambiente favorável para o diálogo com o Pai, no momento em que recebeu que era chegada a hora de iniciar o anúncio da Boa-nova da salvação. A oração eo jejum, praticados naquele longo retiro, constituíram forças que motivaram o Messias a superar os desafios presentes nas provocações do tentador.
Em nossa realidade, somos convidados a nos revestir das mesmas disposições de Filhos de Deus, na condição de autênticos discípulos, e enfrentar com coragem as tribulações na certeza da vitória. Escutar o silêncio é preciso, para captar o chamado e ter a disposição de dar o sim, confiante como fez o pequeno Samuel orientado por Eli: “Fala, Senhor, que o teu servo escuta!” (1Sm 3,10)
Os sinais de despojamento que a liturgia propõe para a Quaresma nos ajudam a penetrar e avançar na essência do tempo litúrgico. São especialmente importantes as leituras da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja, propostas para a liturgia eucarística e a liturgia das horas durante esse longo retiro espiritual quaresmal. Escutadas, meditadas e rezadas com atenção, essas liturgias se apresentarão como roteiro seguro na caminhada rumo à páscoa.
É atitude de conversão a disponibilidade para o serviço, faz-se necessário sair do comodismo e assumir o desafio da edificação do Reino de Deus. É passo decisivo que, nessa Quaresma, Jesus espera de cada um que tem a humildade de perceber a força do chamado.
Gesto Concreto
As Campanhas da Fraternidade, realizadas mais fortemente no tempo de Quaresma, têm o objetivo de motivar a realização de gestos concretos de solidariedade e caridade. Especialmente quando são apresentados temas sociais de maior importância e urgência, como o deste ano: ECONOMIA E VIDA, com o lema VOCÊS NÃO PODEM SERVIR A DEUS E AO DINHEIRO (Mt 6,24)
É a terceira vez que a CNBB realiza uma Campanha da Fraternidade Ecumênica, sob a coordenação do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil ( Conic). É bom frisar que não se trata de uma campanha sobre ecumenismo, mas com a participação de outras igrejas.
A primeira Campanha foi no ano jubilar no nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo (2000). O tema foi Dignidade Humana e Paz, com o lema Novo Milênio sem exclusões . Sua proposta era motivar o compromisso com o resgate da dignidade humana ferida nos porões da vida, à luz do sol e nos bastidores da política.
A segunda, em 200, teve o tema Solidariedade e Paz, e o lema foi Felizes os que promovem a Paz. O crescimento da violência, o terrorismo e as guerras ameaçavam as esperanças de um milênio de paz e exigia uma palavra profética da Igreja.
Objetivos Gerais e Específicos
A CF 2010 tem por objetivo geral “Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamental no ideal da cultura de paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”. Para sua concretização, o texto-base, elaborado pelo Conic, apresenta cinco objetivos específicos: conscientizar a sociedade da importância de valorizar todas as pessoas; criar laços entre as pessoas; criar laços entre as pessoas de convivências mais próxima, em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais; mostrar a relação entre fé e vida, a partir da prática da justiça, como dimensão constitutiva do anúncio do Evangelho; e reconhecer as responsabilidades individuais diante dos problemas decorrentes da vida econômica, em vista da própria conversão.
O texto-base recomenda que esse objetos e essas estratégias devem ser trabalhados em quatro níveis: social, eclesial, comunitário e pessoal. “Desejamos a preservação da grande casa comum, o planeta Terra, planeta da vida e morada da família humana, e buscamos mudanças na economia, na administração dessa casa comum, em fraterna cooperação entre toda a sociedade: cristãos e cristãs, seguidores de diferentes religiões e pessoas de boa vontade.”
Não se curvar ao Dinheiro
Nos tempos atuais, tudo gira em torno da economia. É o dinheiro que se coloca diante de muitos como o grande valor que determina a realização da pessoa, da comunidade e da sociedade nos âmbitos nacional e internacional. São as grandes potências que se articulam, se levar em conta a situação de fragilidade e dependência, atitude que contradiz os princípos da justiça defendidos pela igreja.
É estarrecedor, por exemplo, constatarmos o crescente comércio de armas de fogo entre as nações. Consequentemente, cresce o número de homicídios, e nesse item, o Brasil está entre os primeiros. As pessoas, nos tempos atuais, matam com grande naturalidade, bastando, para isso, receber a combinada recompensa. Aproveito para manifestar meu apoio ao Estatuto do Desarmamento, que está tramitando no Congresso Nacional, apesar da oposição dos que lucram com o negócio.
O individualismo, nas grandes potências, fecha os olhos diante da imensa população que vive em situação de miséria, chegando muitos a morrerem de fome. É inconcebível que, em pleno século XXI, ainda possamos constatar essa dura realidade.
A preocupação primeira dos jovens, no momento em que vão decidir sua vida profissional, é escolher uma profissão que lhes garanta segurança econômica, colocando em segundo plano a questão vocacional. Fazem isso diante da experiência dolorosa de tantos graduados e até mestres e doutores que conseguiram, com esforço, concluir um curso superior e não encontram vagas no mercado de trabalho.
O lema da CF 2010 nos recorda que “Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Também o Evangelho nos ensina: “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Lc 12,34). É preciso, então, uma vez comprometidos com o Evangelho, tomar uma decisão firme e consciente, além de exercitar-se no desprendimento. É claro que as preocupações citadas no parágrafo anterior são legítimas, sobretudo quando se tem a responsabilidade de um lar, com crianças para serem alimentadas e educadas. É a presença do pecado que gera desigualdades e proporciona injustiças sociais.
A nossa fé nos orienta para a confiança na Providência Divina. Naturalmente, não vamos cruzar os braços e esperar o maná caído dos céus. Devemos, sim, acreditar na força da unidade, colocando os valores nos seus devidos lugares e nos organizando como comunidade de fé que luta e se estrutura na defesa dos seus direitos.
“Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Essa é a proposta de Jesus , e é esse o ideal a ser alcançado por todos nós, no momento em que nos esforçamos por tornar realidade a presença do Reino no meio de nós. Durante o longo retiro de quarenta dias realizado por Jesus no deserto, Ele nos ensina a não aceitar facilidades, mas e encontrar vida na dureza da cruz.
LENDO E APRENDENDO
CARTAZ DA CF 2010
“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 2.24). Com essa frase em destaque, o cartaz desta Campanha da Fraternidade representa o desafio de uma escolha cotidiana em nossa vida.
O fundo escuro evoca a penumbra de um templo onde, no recolhimento da oração, as mãos em atitude de súplica diante de uma vela-feita não de cera, mas de dinheiro-revelam o drama do ser humano que precisa de bens materiais para satisfazer suas necessidades, mas que pode também se tornar escravo da ganância. Aquelas mãos suplicantes dirigem uma prece a Deus ou ao dinheiro como se fosse Deus? É a luz de Deus que ilumina ou é o cintilar do ouro que atrai?
O dinheiro é necessário no mundo dominado pelo mercado, onde tudo se compra e se vende. Precisa-se de dinheiro para comprar alimentos, roupas, para cuidar da saúde; para pagar o colégio; para adquirir a moradia; e para custear.
O cintilar do ouro e das moedas, porém, misturam-se fácilmente com a ambição e oe desamor. Você pode se tornar escravo dos bens materiais e depositar neles a sua segurança. Você pode viver acumulando dinheiro e propriedades como se deles dependesse a sua vida. Você não pensa que seus bens podem ser supérfluos e suas necessidades podem ser imaginárias, induzidas pela propaganda, pela moda, pelas promoções de fim de semana. Você também acaba esquecendo que há crianças abandonadas, pobres morando nas ruas, pessoas famintas e doentes e fica cuidando do seu dinheiro como se ele fosse Deus, fechando os olhos para as necessidades do próximo.
Este cartaz convida você a se libertar da dependência dos bens materiais. A pôr a sua confiança em Deus. A fugir da ganância e do egoísmo. A cultivar sentimentos de fraternidades. A contribuir de um mundo mais justo e solidário.
Dom Antõnio Saburido, OSB
Arcebispo de Olinda e do Recife
Tempo de Conversão
A Quaresma propõe recolhimento de quarenta dias, inspirado no exemplo de Jesus Cristo, que encontrou no deserto o ambiente favorável para o diálogo com o Pai, no momento em que recebeu que era chegada a hora de iniciar o anúncio da Boa-nova da salvação. A oração eo jejum, praticados naquele longo retiro, constituíram forças que motivaram o Messias a superar os desafios presentes nas provocações do tentador.
Em nossa realidade, somos convidados a nos revestir das mesmas disposições de Filhos de Deus, na condição de autênticos discípulos, e enfrentar com coragem as tribulações na certeza da vitória. Escutar o silêncio é preciso, para captar o chamado e ter a disposição de dar o sim, confiante como fez o pequeno Samuel orientado por Eli: “Fala, Senhor, que o teu servo escuta!” (1Sm 3,10)
Os sinais de despojamento que a liturgia propõe para a Quaresma nos ajudam a penetrar e avançar na essência do tempo litúrgico. São especialmente importantes as leituras da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja, propostas para a liturgia eucarística e a liturgia das horas durante esse longo retiro espiritual quaresmal. Escutadas, meditadas e rezadas com atenção, essas liturgias se apresentarão como roteiro seguro na caminhada rumo à páscoa.
É atitude de conversão a disponibilidade para o serviço, faz-se necessário sair do comodismo e assumir o desafio da edificação do Reino de Deus. É passo decisivo que, nessa Quaresma, Jesus espera de cada um que tem a humildade de perceber a força do chamado.
Gesto Concreto
As Campanhas da Fraternidade, realizadas mais fortemente no tempo de Quaresma, têm o objetivo de motivar a realização de gestos concretos de solidariedade e caridade. Especialmente quando são apresentados temas sociais de maior importância e urgência, como o deste ano: ECONOMIA E VIDA, com o lema VOCÊS NÃO PODEM SERVIR A DEUS E AO DINHEIRO (Mt 6,24)
É a terceira vez que a CNBB realiza uma Campanha da Fraternidade Ecumênica, sob a coordenação do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil ( Conic). É bom frisar que não se trata de uma campanha sobre ecumenismo, mas com a participação de outras igrejas.
A primeira Campanha foi no ano jubilar no nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo (2000). O tema foi Dignidade Humana e Paz, com o lema Novo Milênio sem exclusões . Sua proposta era motivar o compromisso com o resgate da dignidade humana ferida nos porões da vida, à luz do sol e nos bastidores da política.
A segunda, em 200, teve o tema Solidariedade e Paz, e o lema foi Felizes os que promovem a Paz. O crescimento da violência, o terrorismo e as guerras ameaçavam as esperanças de um milênio de paz e exigia uma palavra profética da Igreja.
Objetivos Gerais e Específicos
A CF 2010 tem por objetivo geral “Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamental no ideal da cultura de paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”. Para sua concretização, o texto-base, elaborado pelo Conic, apresenta cinco objetivos específicos: conscientizar a sociedade da importância de valorizar todas as pessoas; criar laços entre as pessoas; criar laços entre as pessoas de convivências mais próxima, em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais; mostrar a relação entre fé e vida, a partir da prática da justiça, como dimensão constitutiva do anúncio do Evangelho; e reconhecer as responsabilidades individuais diante dos problemas decorrentes da vida econômica, em vista da própria conversão.
O texto-base recomenda que esse objetos e essas estratégias devem ser trabalhados em quatro níveis: social, eclesial, comunitário e pessoal. “Desejamos a preservação da grande casa comum, o planeta Terra, planeta da vida e morada da família humana, e buscamos mudanças na economia, na administração dessa casa comum, em fraterna cooperação entre toda a sociedade: cristãos e cristãs, seguidores de diferentes religiões e pessoas de boa vontade.”
Não se curvar ao Dinheiro
Nos tempos atuais, tudo gira em torno da economia. É o dinheiro que se coloca diante de muitos como o grande valor que determina a realização da pessoa, da comunidade e da sociedade nos âmbitos nacional e internacional. São as grandes potências que se articulam, se levar em conta a situação de fragilidade e dependência, atitude que contradiz os princípos da justiça defendidos pela igreja.
É estarrecedor, por exemplo, constatarmos o crescente comércio de armas de fogo entre as nações. Consequentemente, cresce o número de homicídios, e nesse item, o Brasil está entre os primeiros. As pessoas, nos tempos atuais, matam com grande naturalidade, bastando, para isso, receber a combinada recompensa. Aproveito para manifestar meu apoio ao Estatuto do Desarmamento, que está tramitando no Congresso Nacional, apesar da oposição dos que lucram com o negócio.
O individualismo, nas grandes potências, fecha os olhos diante da imensa população que vive em situação de miséria, chegando muitos a morrerem de fome. É inconcebível que, em pleno século XXI, ainda possamos constatar essa dura realidade.
A preocupação primeira dos jovens, no momento em que vão decidir sua vida profissional, é escolher uma profissão que lhes garanta segurança econômica, colocando em segundo plano a questão vocacional. Fazem isso diante da experiência dolorosa de tantos graduados e até mestres e doutores que conseguiram, com esforço, concluir um curso superior e não encontram vagas no mercado de trabalho.
O lema da CF 2010 nos recorda que “Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Também o Evangelho nos ensina: “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Lc 12,34). É preciso, então, uma vez comprometidos com o Evangelho, tomar uma decisão firme e consciente, além de exercitar-se no desprendimento. É claro que as preocupações citadas no parágrafo anterior são legítimas, sobretudo quando se tem a responsabilidade de um lar, com crianças para serem alimentadas e educadas. É a presença do pecado que gera desigualdades e proporciona injustiças sociais.
A nossa fé nos orienta para a confiança na Providência Divina. Naturalmente, não vamos cruzar os braços e esperar o maná caído dos céus. Devemos, sim, acreditar na força da unidade, colocando os valores nos seus devidos lugares e nos organizando como comunidade de fé que luta e se estrutura na defesa dos seus direitos.
“Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Essa é a proposta de Jesus , e é esse o ideal a ser alcançado por todos nós, no momento em que nos esforçamos por tornar realidade a presença do Reino no meio de nós. Durante o longo retiro de quarenta dias realizado por Jesus no deserto, Ele nos ensina a não aceitar facilidades, mas e encontrar vida na dureza da cruz.
LENDO E APRENDENDO
CARTAZ DA CF 2010
“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 2.24). Com essa frase em destaque, o cartaz desta Campanha da Fraternidade representa o desafio de uma escolha cotidiana em nossa vida.
O fundo escuro evoca a penumbra de um templo onde, no recolhimento da oração, as mãos em atitude de súplica diante de uma vela-feita não de cera, mas de dinheiro-revelam o drama do ser humano que precisa de bens materiais para satisfazer suas necessidades, mas que pode também se tornar escravo da ganância. Aquelas mãos suplicantes dirigem uma prece a Deus ou ao dinheiro como se fosse Deus? É a luz de Deus que ilumina ou é o cintilar do ouro que atrai?
O dinheiro é necessário no mundo dominado pelo mercado, onde tudo se compra e se vende. Precisa-se de dinheiro para comprar alimentos, roupas, para cuidar da saúde; para pagar o colégio; para adquirir a moradia; e para custear.
O cintilar do ouro e das moedas, porém, misturam-se fácilmente com a ambição e oe desamor. Você pode se tornar escravo dos bens materiais e depositar neles a sua segurança. Você pode viver acumulando dinheiro e propriedades como se deles dependesse a sua vida. Você não pensa que seus bens podem ser supérfluos e suas necessidades podem ser imaginárias, induzidas pela propaganda, pela moda, pelas promoções de fim de semana. Você também acaba esquecendo que há crianças abandonadas, pobres morando nas ruas, pessoas famintas e doentes e fica cuidando do seu dinheiro como se ele fosse Deus, fechando os olhos para as necessidades do próximo.
Este cartaz convida você a se libertar da dependência dos bens materiais. A pôr a sua confiança em Deus. A fugir da ganância e do egoísmo. A cultivar sentimentos de fraternidades. A contribuir de um mundo mais justo e solidário.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Quem é e o que faz o camerlengo
Antes é preciso dizer que se trata de um Cardeal, ou melhor, um auxiliar próximo do Papa. Os Cardeais são altos dignatários da igreja e, embora nada impeça que um simples padre seja elevado á condição de cardeal, eles são escolhidos entre os bispos das inúmeras dioceses do mundo. O Cardeal é uma escolha privativa do papa e supõe um cargo de alta confiança. Eles se agrupam no chamado Colégio dos Cardeais e são também chamados de purpurados, pela cor vermelha de suas vestimentas. O colégio de cardeais é que escolhe o Papa, e se trata de uma função intransferível. Eles administram Roma e outras dioceses. Existem três ordens de cardeais: cardeais-bispos, cardeais-presbíteros e cardeais-diáconos. Eles são considerados, na diplomacia, “príncipes da Igreja”. A etimologia do termo cardeal encontra-se no latim: cardo-cardinis, o que significa em português gonzo ou eixo, algo que gira, neste caso em torno do papa.
O camerlengo é, pois, um cardeal. A ele cabe dirigir a Igreja no período, geralmente muito curto, entre a morte do papa e a eleição de um novo pontífice. Suas funções mais importantes e privativas são a de constatar e divulgar a morte do papa e, em seguida, organizar os funerais e o conclave, ou seja, a escolha de um novo pontífice através da reunião fechada do colégio de cardeais. Os cardeais residentes em todo o mundo são chamados urgentemente a Roma, para a votação de escolha do novo papa. Ao camerlengo cabe ainda a responsabilidade sobre as finanças da Santa Sé, o que inclui as receitas e o patrimônio de São Pedro. A palavra deriva do latim medieval—camarlingus, que significa adido á câmara, que no sentido mais amplo é o homem de confiança, o mordomo que tudo providencia. O camerlengo substituiu o arquidiácono apartir de 1073, quando o último arquidiácono, Hildebrando, eleito papa, suprimiu aquele título e o substituiu pelo de camerarius ou camerlengo.
Pelo ritual da Igreja, o camerlengo constata a morte do papa batendo gentilmente na cabeça do pontífice com um martelo de prata e chamando seu nome. A seguir, ele retira a Anel do Pescador do dedo do pontífice e destrói, o que também faz com a face do selo do papa. Este ato simboliza o fim da autoridade do último papa.
Antes é preciso dizer que se trata de um Cardeal, ou melhor, um auxiliar próximo do Papa. Os Cardeais são altos dignatários da igreja e, embora nada impeça que um simples padre seja elevado á condição de cardeal, eles são escolhidos entre os bispos das inúmeras dioceses do mundo. O Cardeal é uma escolha privativa do papa e supõe um cargo de alta confiança. Eles se agrupam no chamado Colégio dos Cardeais e são também chamados de purpurados, pela cor vermelha de suas vestimentas. O colégio de cardeais é que escolhe o Papa, e se trata de uma função intransferível. Eles administram Roma e outras dioceses. Existem três ordens de cardeais: cardeais-bispos, cardeais-presbíteros e cardeais-diáconos. Eles são considerados, na diplomacia, “príncipes da Igreja”. A etimologia do termo cardeal encontra-se no latim: cardo-cardinis, o que significa em português gonzo ou eixo, algo que gira, neste caso em torno do papa.
O camerlengo é, pois, um cardeal. A ele cabe dirigir a Igreja no período, geralmente muito curto, entre a morte do papa e a eleição de um novo pontífice. Suas funções mais importantes e privativas são a de constatar e divulgar a morte do papa e, em seguida, organizar os funerais e o conclave, ou seja, a escolha de um novo pontífice através da reunião fechada do colégio de cardeais. Os cardeais residentes em todo o mundo são chamados urgentemente a Roma, para a votação de escolha do novo papa. Ao camerlengo cabe ainda a responsabilidade sobre as finanças da Santa Sé, o que inclui as receitas e o patrimônio de São Pedro. A palavra deriva do latim medieval—camarlingus, que significa adido á câmara, que no sentido mais amplo é o homem de confiança, o mordomo que tudo providencia. O camerlengo substituiu o arquidiácono apartir de 1073, quando o último arquidiácono, Hildebrando, eleito papa, suprimiu aquele título e o substituiu pelo de camerarius ou camerlengo.
Pelo ritual da Igreja, o camerlengo constata a morte do papa batendo gentilmente na cabeça do pontífice com um martelo de prata e chamando seu nome. A seguir, ele retira a Anel do Pescador do dedo do pontífice e destrói, o que também faz com a face do selo do papa. Este ato simboliza o fim da autoridade do último papa.
domingo, 17 de janeiro de 2010
História Real
História Real
Haja o que houver, eu sempre estarei com você
Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho: “Haja que houver, eu sempre estarei com você”. Houve nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou construções lá existentes nesta época. Estava nesta hora esse homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho nesta hora estava na escola. Foi imediatamente para lá e a encontrou totalmente destruída, Não restou, uma única parede de pé. Tomado de uma enorme tristeza, ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida): “ Haja o que houver, eu estarei com você”. Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão ( que não mais existia, corredor...olhava as paredes ...Passava pela sala do 3ª ano, virava o corredor e o olhava entrar.
Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto: portão corredor... virou a direita... e parou em frente ao que que deveria ser a porta da sala. Nada apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo desolado e continuava a ouvir sua promessa: “Haja o que houver, eu sempre estarei com você”. E ele não estava...
Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo: “Vá para casa não adianta não sobrou ninguém. Vá para casa”. Ao que ele retrucava: “Você vai me ajudar?” Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Havia outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho. A única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era: “Você me ajuda?” Mas eles também o abandonavam.
Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa: “Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios. Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é raiva da desgraça.” Ele retrucava: “Você vai me ajudar? Um a um todos se afastavam.
Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não afastava dali. 5hrs... 10hrs... 12hrs... 22hrs... 24hrs... 30hrs... Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo seu filho, ouviu: “Pai... estou aqui!” Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou: “Você está bem?”
-Estou. Mas com sede fome e muito medo, respondeu o filho.
-Tem mais alguém com você?
-Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo, estamos presos em um vão entre dois pilares.Estamos todos bem.
Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegrias.
-Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora: “Haja o que houver, meu pai, sempre estará comigo”.
-Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
-Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver... Você sempre estará me esperando! (Esta é uma história real)
Haja o que houver, eu sempre estarei com você
Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho: “Haja que houver, eu sempre estarei com você”. Houve nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou construções lá existentes nesta época. Estava nesta hora esse homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho nesta hora estava na escola. Foi imediatamente para lá e a encontrou totalmente destruída, Não restou, uma única parede de pé. Tomado de uma enorme tristeza, ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida): “ Haja o que houver, eu estarei com você”. Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão ( que não mais existia, corredor...olhava as paredes ...Passava pela sala do 3ª ano, virava o corredor e o olhava entrar.
Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto: portão corredor... virou a direita... e parou em frente ao que que deveria ser a porta da sala. Nada apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo desolado e continuava a ouvir sua promessa: “Haja o que houver, eu sempre estarei com você”. E ele não estava...
Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo: “Vá para casa não adianta não sobrou ninguém. Vá para casa”. Ao que ele retrucava: “Você vai me ajudar?” Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Havia outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho. A única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era: “Você me ajuda?” Mas eles também o abandonavam.
Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa: “Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios. Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é raiva da desgraça.” Ele retrucava: “Você vai me ajudar? Um a um todos se afastavam.
Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não afastava dali. 5hrs... 10hrs... 12hrs... 22hrs... 24hrs... 30hrs... Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo seu filho, ouviu: “Pai... estou aqui!” Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou: “Você está bem?”
-Estou. Mas com sede fome e muito medo, respondeu o filho.
-Tem mais alguém com você?
-Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo, estamos presos em um vão entre dois pilares.Estamos todos bem.
Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegrias.
-Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora: “Haja o que houver, meu pai, sempre estará comigo”.
-Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
-Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver... Você sempre estará me esperando! (Esta é uma história real)
São Domingos Sávio
Santo Jovem
São Domingos Sávio
Domingos era um dos três filhos de um ferreiro e cresceu com desejos de ser padre. Foi então recomendado a João Bosco, o qual mais tarde escreveu a biografia de Domingos de tão impressionante que ficou ao conhecê-lo.
Em Outubro de 1854, na idade de 12 anos, Domingos tornou-se um estudante no Oratório de São Francisco de Sales em Turim. Ele é mais conhecido pelo grupo que organizou denominado “Companhia da Imaculada Conceição”.
Em adição a sua devoção, ele fazia vários trabalhos como varrer o chão, e tinha especial paciência e cuidado com os jovens mais travessos. Logo que começou no Oratório, Domingos separou uma luta entre dois rapazes que atiravam pedras um no outro. Segurando um crucifixo entre eles, exclamou: “Antes de lutarem olhem para isto” e em seguida disse “Jesus não tinha nenhum pecado e ele morreu perdoando os seus executores, nós vamos ultrajá-lo sendo deliberadamente vingativos?”
Não obstante, ele nunca ofendia quem o tratava mal. Talvez se não fosse a orientação de São João Bosco ele teria se tornado um fanático. Bosco certa vez encontrou Domingos, numa noite fria, em sua cama tremendo sem um só lençol por cima. “Não seja louco, disse ele a Domingos, você poderá pegar pneumonia na manjedoura em Belém?”
Em outra ocasião Domingos sumiu pela manhã até o chegar da noite, Bosco o encontrou no coro da igreja de joelhos, em oração. Ele ficou lá por 6 horas depois que a missa havia acabado e disse que estava “distraído”. Sempre se referia a suas orações intensas como estando “distraído” orando e não via o tempo passar. Domingos tornou-se conhecido como uma pessoa com dons espirituais especiais que reconhecia a necessidade das pessoas, tinha uma habilidade de profetizar o futuro. Entretanto, a frágil saúde de Domingos pirou e ele foi enviado para Mondonio para uma mudança de clima. Foi diagnosticado como tendo tuberculose e logo começou a sangrar e isso apressou sua morte. Ele recebeu os últimos sacramentos e pediu ao padre para ler a oração dos mortos e no final ele sentou-se e disse: “Adeus meu corpo padre”; sorriu e exclamou! “Estou vendo coisas maravilhosas” e logo depois morreu sorrindo tão calmo e feliz, que ninguém duvidou de sua visão do paraíso. Pouco tempo depois, São João Bosco escreveu sua biografia, o que contribuiu para sua canonização. Ele foi a pessoa mais jovem a receber a canonização na história da Igreja. Ele é o padroeiro dos cantores de coro da Igreja e delinqüentes juvenis.
Sua festa é celebrada no dia 5 de Março.
Carta de João Paulo II aos Jovens
Deus quer Santos Jovens!
Se liguem no que Deus quer de vocês jovens!
Precisamos de Santos
Precisamos de Santos sem Véu ou Batina.
Precisamos de Santos de calça jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem músicas e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “garantem” na Faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do Século XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc mam, mp3, mp4 , mp5.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refrigerante ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de teatro, de música de dança, de desporto.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos”.
João Paulo II
Se liguem no que Deus quer de vocês jovens!
Precisamos de Santos
Precisamos de Santos sem Véu ou Batina.
Precisamos de Santos de calça jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem músicas e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “garantem” na Faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do Século XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc mam, mp3, mp4 , mp5.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refrigerante ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de teatro, de música de dança, de desporto.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos”.
João Paulo II
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