DOM BOSCO
Atualidade do educador
Muitos dos leitores podem questionar o porquê de tanto insistir em Dom Bosco enquanto educador se ele viveu e atuou em uma época diferente da nossa ( século XIX) e em um país diferente do nosso ( norte da atual Itália ). Também podem questionar o fato de ele ser padre e, hoje, o ensino ser laico.
Pois bem. Começando pelo último questionamento, o ser ou não padre ( ou religioso de qualquer instituição) não melhora nem piora a qualidade de ninguém. Prefiro referir-me a ótimos e péssimos praticantes de alguma religião. E isso independente de credo religioso ou descrença religiosa; o que faz alguém ser melhor ou pior não é o rótulo, mas a coerência com uma escala de valores que carrega consigo ( ou deveria carregar). E isso vale para todos os tempos, inclusive o de Dom Bosco e o nosso. Se, no tempo dele, a educação estava atrelada a uma religião ( católica) e se isso tinha convenientes e inconvenientes, a educação, a educação laica também os tem, uma vez que ela está atrelada a alguma instituição ou algum segmento social- só que não quer assumir ou dizer sobre esse(s) seguimento(s).
Quanto aos argumentos de tempo e espaço: tanto no século XIX como em pleno século XIX, bem como no norte da atual Itália naquele tempo e no Brasil de hoje, há:
• Jovens abandonados pelas diversas instituições sociais.
• Jovens saídos de prisões, sem nenhuma perspectivas de inclusão social.
• Jovens que são explorados em seu trabalho ( quanto o têm) ou por terceiros nos semáforos ou mesmos precisando “ vender o seu corpo” para sobreviver ( prostituição).
• Jovens mergulhados na alienação quer por meio de drogas ( lícitas ou ilícitas ) quer por meio de uma imprensa que desinforma e semeia a “cultura da morte” ou mesmo numa instituição escolar que, que apesar dos esforços dos educadores, presta-se apenas para dar alguns rudimentos de leitura para deixar o jovem sempre dependente de algum político assistência que, assim, se perpetua no poder.
Isso existia na Europa do século XIX e existe no Brasil do século XXI.
Não podemos esquecer que Dom Bosco atraía para si os jovens desempregados, que vinham da zona rural em busca de oportunidades em Turim; visitava-os em seus empregos, nas prisões e os acolhia quando de lá saíam; atraía os jovens em geral ao Oratório Festivo-que funcionava integralmente, ao contrário dos outros oratórios da época, que funcionavam somente por algumas horas- e os jovens sem paróquia. Não só isso, Dom Bosco usava uma linguagem que eles compreendiam, usava, inclusive, o dialeto das vilas de onde os jovens vinham, brincava com eles e nunca dava castigos, tão comuns na educação e na mentalidade da época.
E os nossos jovens, hoje, não precisam sentir-se acolhidos e compreendidos como os daquele tempo?
Precisamos, mais do que nunca, conhecer o pensamento e a prática desse grande educador, o padre João Bosco. Ele não ficou trancado em seu gabinete, sonhando e escrevendo bonito como muitos teóricos que conhecemos. Ele saiu em campo, “arregaço as mangas” e trabalhou. Dom Bosco não esperava as coisas acontecerem para, depois, “correr atrás do prejuízo”; prevenia situações complicadas trabalhando pelos jovens ( veja o Sistema Preventivo de Educação: fé-razão-amor). “ Se existem jovens maus, é porque ninguém cuida deles”, falava.
E nós, o que fazemos? E nossa sociedade? E nossos governantes? O que Dom Bosco diria, hoje, de nós, de nossa sociedade e de nossos governantes?
Por isso e tudo o mais, Dom Bosco está atualíssimo em pleno século XXI. Portanto, convido os leitores a lerem os artigos que aqui coloquei.
Boa leitura a todos!
Homenagem a um grande Educador
Não é porque a educação é laica 9 isto é, não religiosa) que poderemos ignorar a grande contribuição que João Bosco, um padre católico, deu á Educação de seu tempo e até mesmo á de hoje. Vale lembrar, por exemplo, que ele acolhia a todos os tipos de jovem, inclusive os delinqüentes ( e isso quando ainda nem se falava em inclusão escolar!), e era contra castigos corporais, tão comuns na mentalidade da época ( segunda metade do século XIX, na Itália ). Enfim, antecipou, em sua época, o que ainda está começando a ser feito no século XIX. Algumas crianças me procuraram para que eu colocasse aqui algo sobre o retrato daquele padre que elas viram em meu caderno de anotações. Quero lembrar que não se trata de doutrinação, mas de oferecer dúvidas e curiosidades. A seguir, um breve texto de minha autoria:
João Bosco, nascido na Itália, em 1815.
Um grande amigo das crianças, dos adolescentes e dos jovens. Filho de família pobre, perdeu o pai quando tinha 2 anos. A mãe era analfabeta, mas sempre ajudou o filho a estudar. Trabalhava e estudava com muito sacrifício, andando vários quilômetros a pé para a escola. Ajudava sempre seus amigos, seus colegas. Fazia brincadeiras e contava histórias para alegrá-los.
Conseguiu formar-se padre, que, naquela época, também era professor. Naquele tempo, a maior parte das pessoas não ia para a escola, não estudava.
O padre João Bosco ajudou as crianças e os adolescentes pobres a estudarem e terem uma profissão. Naquela época, a escola era muito chata, e os alunos para ensinar e brincar, mudando o jeito da escola.
Ele recebia bem qualquer criança e adolescente que quisesse ficar com ele, especialmente os pobres e até mesmo quem era abandonado ou saísse das prisões. Acolhia a todos!
Bem antes de morrer, João Bosco formou um grupo de padres para agir como ele. Esse grupo cresceu e chegou a outros países, inclusive aqui no Brasil. São os padres Salesianos.
Além deles, há as Religiões ( Filhas de Maria Auxiliadora ), os grupos de leigos ( cooperadores Salesianos), entre outros ( inclusive um Brasileiro: Canção Nova).
Mesmo quem não gosta da igreja e dos padres precisa saber que Dom Bosco foi um grande defensor de crianças, adolescentes e jovens, daqueles que ele conhecia e também dos que não conhecia. Inclusive você e seus amigos!
Texto: João César.
Dom Bosco sonhou Brasília
Numa tarde de 1883, o padre Felipe Rinaldi, entrando no escritório de Dom Bosco, em Turim, surpreendeu o santo, que, com um globo terrestre sobre a mesa de trabalho e os olhos perdidos ao longe, acarinhava, com uma das mãos, a parte referente ao Brasil. No dia 30 de agosto, tinha feito, em sonho, misteriosa e extensa viagem, em que percorrera toda a América do Sul, de ponta a ponta.
No sonho, um jovem de 16 anos, amável e de beleza sobre-humana, o acompanha durante toda a fantástica viagem e se apresenta como amigo seu e dos Salesianos. Ele disse que vinha, em nome de Deus, mostrar-lhe o trabalho a ser realizado.
Diz o Jovem:
-Isso acontecerá antes que passe a segunda geração.
Pergunta Dom Bosco:
-Qual será a segunda geração?
O Jovem fala:
-A presente não conta. Será outra, depois outra.
E Dom Bosco, querendo ainda mais clareza:
-Quantos anos compreende cada geração?
Ele responde:
-Sessenta anos.
A primeira da Congregação dos Salesianos teve início em 1859. Segundo a determinação do jovem guia, essa geração não deve ser contada. Ao excluí-la, a próxima teve início sessenta anos depois, em 1919, estendendo-se até 1979. A partir daí, no período de 1979 a 2039, é que seria a segunda geração, atribuindo-se a 2039 a data final para a realização das palavras proféticas do jovem: “ Isso acontecerá antes que passe a segunda geração”.
Dom Bosco localizou o local na faixa compreendida pelos paralelos 15 a 20, entre a Cordilheira dos Andes e o Oceano Atlântico, exatamente onde foi instalada a nova capital do Brasil.
Embora o sonho seja o futuro missionário da Congregação na América do Sul, Dom Bosco viu, incidentalmente, também outras coisas, tanto rios caudalosos e florestas imensas como minas de ouro, de pedras preciosas, depósitos de petróleo.
No entanto, em nenhum outro ponto da referida faixa continental, um acontecimento como a construção de Brasília obteve repercussão maior no progresso e na riqueza de um país.
Fonte:http://domboscoeducador.blogspot.com.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Enxergando a luz
Mensagem
Começando a enxergar a luz
Nossa vida é tocada por muitas luzes diferentes. A luz do sol e da lua. A luz de lâmpadas e iluminarias. A luz do fogo, as luzes da cidade, a luz de vela e a de lamparina. Faróis, luzes noturnas, luzes de néon. Luzes fracas e luzes ofuscantes. Luzes que enganam e luzes que confundem.
Todas elas têm ama coisa em comum: no final, apagam-se. Não são confiáveis. Jamais podem ser usadas como a luz principal que iluminará nossa vida. Há somente uma luz que jamais se apaga. Ela provém de Deus.
Ela é Deus.
A luz de Deus é a VERDADEIRA luz. Ela nos esclarece. Todas as outras luzes confundem. A luz divina revela a verdade. Todas as outras luzes obscurecem a verdade. A luz de Deus nos tira da cegueira e nos ajuda a enxergar de uma forma que nunca conseguimos antes. Ele diz: “Guiarei os cegos por um caminho que não conhecemos, fá-los-ei andar por veredas desconhecidas; tornarei as trevas em luz perante eles, e os caminhos escabrosos, planos. Essas coisas lhes farei e jamais os desampararei” ( Is 42:16). A luz de Deus penetra nas trevas, e as trevas não podem prevalecer.
Se não seguirmos a verdadeira luz, estaremos nos encaminhando para as trevas.
Deus não quer que sejamos uma luz. Quer que o sigamos. E Ele se tornará a nossa luz.
Autor desconhecido.
domingo, 28 de março de 2010
blog e site para ouvir o programa
www.nightjovemdecristo.blogspot.com
www.amdiasmacedo.org
todas ás quartas-feira apartir das 19:00-20:00h
www.amdiasmacedo.org
todas ás quartas-feira apartir das 19:00-20:00h
sexta-feira, 26 de março de 2010
Iluminar
Iluminar
(Pe. Fábio de Melo)
Meu coração vai batendo em disparada
No horizonte dessa estrada
Vai seguindo sempre em frente
Buscando a luz, um sinal de lua clara
Pra que o escuro da jornada
Não confunda o olhar da gente
Meu coração, meio flor, meio de aço
Vai achando o seu compasso
Vai cumprindo aos poucos o seu papel
Encontrando seus motivos para amar
Renovando seus motivos pra sonhar
Pra não se perder
Pra não esquecer
Que o amor só com amor pode pagar...
Que o amor nos faz voar!
E nessa procura vou me aventurando
Vou criando asas que me levam longe
É pro alto que eu vou
Coração me pelas sua asas
Semeando sonho, desbravando estrelas
É no alto que está o meu lugar
(Vou buscando um lugar)
E vivendo pra iluminar
E vivendo pra iluminar
Iluminar
Cores da Eucaristia
Cores da Eucaristia
(Pe. Fábio de Melo/ítalo Villar)
Quando as cinzas da quarta-feira
Se tornarem brancas
Quando as notas das falas
Se tornarem brandas
Eu deixarei que minha voz descanse
Sobre o acorde do silêncio
Mas enquanto as armas estiverem prontas
E os olhares altivos revelarem a frontas
Eu colocarei a minha voz
Sobre o acorde da coragem
E cantarei o sonho de extinguira guerra
Romper as cercas, libertar a terra
Despejar no mundo cores de aquarela
Preparando a vida pra outra primavera
E cantarei o sonho de colher milagres
E ver romper da terra inúmeras altares
Pra derramar no mundo cores de Eucaristia
Que semeia a noite para florescer o dia
Quando a fome dos pobres for só de beleza
Quando a chama da paz já estiver acesa
Eu deixarei que minha voz descanse
Sobre o acorde do silêncio
Mas enquanto as retas estiverem tortas
E a morte insistir em manchar as portas
Eu colocarei a minha voz
Sobre o acorde da coragem
Meu Deus quis Assim
Meu Deus Quis Assim
(Pe. Fábio de Melo)
Chegou pra ficar
Surpreender-me com Seu grande amor
Fez-me amar os segredos da dor
Ao mostrar-me os motivos que eu não posso ver
Olhou para mim
E sorrindo pediu pra eu ficar
Mesmo eu não merecendo ao seu lado estar
Segurou minhas mãos
Prometeu que não vai me deixar
Meu Deus quis assim
Deu-me a sombra do seu grande amor
Deu-me honra, me fez vencedor
Repartiu o seu manto comigo
Deus cuida de mim
Não me troca por nada ou ninguém
Nos meus dias me faz ir além
Vai na estrada andando comigo
Deus olha pra mim
Com seus olhos me guia aonde eu vou
Não me deixa esquecer quem eu sou
Em sua casa há sempre um lugar
Pra quando eu voltar
Nenhuma força retira esse amor da minha´alma
Não, não há nada que possa afastá-lo de mim
(Pe. Fábio de Melo)
Chegou pra ficar
Surpreender-me com Seu grande amor
Fez-me amar os segredos da dor
Ao mostrar-me os motivos que eu não posso ver
Olhou para mim
E sorrindo pediu pra eu ficar
Mesmo eu não merecendo ao seu lado estar
Segurou minhas mãos
Prometeu que não vai me deixar
Meu Deus quis assim
Deu-me a sombra do seu grande amor
Deu-me honra, me fez vencedor
Repartiu o seu manto comigo
Deus cuida de mim
Não me troca por nada ou ninguém
Nos meus dias me faz ir além
Vai na estrada andando comigo
Deus olha pra mim
Com seus olhos me guia aonde eu vou
Não me deixa esquecer quem eu sou
Em sua casa há sempre um lugar
Pra quando eu voltar
Nenhuma força retira esse amor da minha´alma
Não, não há nada que possa afastá-lo de mim
sábado, 20 de março de 2010
Cair, Talvez...erguer-se, sempre!!
Em nossa caminhada, precisamos conscientemente orar e vigiar. Isso porque há uma linha muito tênue que separa a virtude do pecado.
Com mais de 5.000 anos de “know how”, o inimigo tem “um pouco mais” de experiência que você e eu. Ele não consegue ler nossos pensamentos, porém após anos estudando nossas ações e reações, fica fácil perceber quando os estímulos que ele provoca estão interferindo na nossa conduta. Assim, ele tenta de todas as formas nos levar a pecar.
Quando nos afastamos da graça e sucumbimos ao pecado, o inimigo busca nos fazer ainda mais miseráveis do que somos, instigando-nos a pecar novamente. Dessa vez, tentando nos fazer duvidar da misericórdia divina, que é capaz de tudo perdoar diante do arrependimento sincero e da real mudança de vida. Sugere pensamentos, nos quais não adianta tentar voltar para Deus, se logo adiante voltaremos a cair. Insinua imagens e sentimentos que, se deles nos apropriarmos, passaremos a pecar também por não nos perdoarmos, descumprindo literalmente a oração do Pai Nosso. Assim, se nos permitirmos tudo isso e não mais amarmos a nós mesmos, que dizer do que sentiremos pelo nosso próximo? Cairia por terra a síntese dos mandamentos da lei de Deus, a saber, “amai ao próximo como a ti mesmo”.
Por outro lado, quando estamos numa fase em que a graça de Deus permite nos mantermos mais distantes do pecado, o inimigo tenta nos fazer pecar pela vanglória. Ou seja, pelo auto-convencimento de que por nossos próprios méritos, certamente sem fundamentado na realidade, somos melhores que nossos irmãos que estão em pecado. Quando caímos nessa cilada, passamos a julgar a nós mesmos e aos outros, prerrogativa que pertence unicamente a Deus. Como o inimigo sabe da gravidade do pecado que representa querer igualar-se a Deus e as conseqüências disso, busca a todo custo nos induzir a esse grave pecado. Conseqüências essas que, diga-se de passagem, o demônio já experimentou pessoalmente.
Por tudo isso, vemos cada vez mais a importância de meditarmos em I Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, cuide para que não caia “ e Também em Mateus 11, 28:30, "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração." Precisamos mergulhar com freqüência na imensidão da misericórdia de Deus, e ao mesmo tempo nos revestirmos da armadura do cristão, tão bem descrita em Efésios 6, 10-20. A caminhada é difícil, bem sabemos, sobretudo se estivermos sozinhos, ou em má companhia. Para prosseguirmos ao lado de Jesus, basta um contrito“sim”. Logo, cair faz parte do percurso. A atitude que se segue à queda, essa sim, é que determinará que espécie de cristão estamos sendo.
Com mais de 5.000 anos de “know how”, o inimigo tem “um pouco mais” de experiência que você e eu. Ele não consegue ler nossos pensamentos, porém após anos estudando nossas ações e reações, fica fácil perceber quando os estímulos que ele provoca estão interferindo na nossa conduta. Assim, ele tenta de todas as formas nos levar a pecar.
Quando nos afastamos da graça e sucumbimos ao pecado, o inimigo busca nos fazer ainda mais miseráveis do que somos, instigando-nos a pecar novamente. Dessa vez, tentando nos fazer duvidar da misericórdia divina, que é capaz de tudo perdoar diante do arrependimento sincero e da real mudança de vida. Sugere pensamentos, nos quais não adianta tentar voltar para Deus, se logo adiante voltaremos a cair. Insinua imagens e sentimentos que, se deles nos apropriarmos, passaremos a pecar também por não nos perdoarmos, descumprindo literalmente a oração do Pai Nosso. Assim, se nos permitirmos tudo isso e não mais amarmos a nós mesmos, que dizer do que sentiremos pelo nosso próximo? Cairia por terra a síntese dos mandamentos da lei de Deus, a saber, “amai ao próximo como a ti mesmo”.
Por outro lado, quando estamos numa fase em que a graça de Deus permite nos mantermos mais distantes do pecado, o inimigo tenta nos fazer pecar pela vanglória. Ou seja, pelo auto-convencimento de que por nossos próprios méritos, certamente sem fundamentado na realidade, somos melhores que nossos irmãos que estão em pecado. Quando caímos nessa cilada, passamos a julgar a nós mesmos e aos outros, prerrogativa que pertence unicamente a Deus. Como o inimigo sabe da gravidade do pecado que representa querer igualar-se a Deus e as conseqüências disso, busca a todo custo nos induzir a esse grave pecado. Conseqüências essas que, diga-se de passagem, o demônio já experimentou pessoalmente.
Por tudo isso, vemos cada vez mais a importância de meditarmos em I Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, cuide para que não caia “ e Também em Mateus 11, 28:30, "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração." Precisamos mergulhar com freqüência na imensidão da misericórdia de Deus, e ao mesmo tempo nos revestirmos da armadura do cristão, tão bem descrita em Efésios 6, 10-20. A caminhada é difícil, bem sabemos, sobretudo se estivermos sozinhos, ou em má companhia. Para prosseguirmos ao lado de Jesus, basta um contrito“sim”. Logo, cair faz parte do percurso. A atitude que se segue à queda, essa sim, é que determinará que espécie de cristão estamos sendo.
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